Eu cantava uma música assim:
"Ia caminhando pelo sítio quando eu avistei um macaco..."
Aí resolvi cantar assim:
"Ia caminhando pelo sítio quando eu avistei a 'LORENA'..."
Ela:
"Não sou um animal!Sou Lorena!" hoho
***
O professor dela a chama de 'Lorenita'.
E acabou virando mais um apelidinho carinhoso.
Mas quando chamamos assim ela responde prontamente:
"Não sou Lorenita! Sou Lorena"
***
Então tá certo. A moça não gosta de apelidos. É Lorena mesmo!!!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quando já não tinha espaço, pequena fui
onde a vida me cabia apertada
em um canto qualquer, acomodei
onde a vida me cabia apertada
em um canto qualquer, acomodei
minha dança, os meu traços de chuva
e o que é estar em paz
pra ser minha
pra ser minha
e assim ser tua
quando já não procurava mais
pude enfim nos olhos teus, vestidos d'água
pude enfim nos olhos teus, vestidos d'água
me atirar tranquila daqui
lavar os degraus, os sonhos e as calçadas
lavar os degraus, os sonhos e as calçadas
e, assim, no teu corpo eu fui chuva
jeito bom de se encontrar
e, assim, no teu gosto eu fui chuva
jeito bom de se encontrar
e, assim, no teu gosto eu fui chuva
jeito bom de se deixar viver
nada do que fui me veste agora
sou toda gota, que escorre livre pelo rosto
sou toda gota, que escorre livre pelo rosto
e só sossega quando encontra a sua boca
e mesmo que em ti me perca
nunca mais serei aquela que se fez seca
vendo a vida passar pela janela
vendo a vida passar pela janela
quinta-feira, 28 de julho de 2011
ó dúvida cruel
Desde que a Lorena começou a frequentar a creche quando nos encontramos no fim da tarde eu pergunto o que ela fez, o que comeu, quem faltou... blá blá blá. Ela nem sempre me respondia, penso que ela achava meio 'chato' ficar contando as coisas pra mãe. Mas agora a coisa piorou de vez. Começou com uma brincadeira. Mas a dona achou graça e agora é todo dia. Segue nosso diálogo:
- Lorena o que teve hoje na escola?
- 'Tive' nada!!!
- Nada.
- Comeu?
- Não.
- Fez atividade?
- Não.
- Assistiu dvd?
- Não.
- Brincou?
- Não.
- Foi no pátio?
- Não.
- Dormiu?
- Não
E encerra o assunto com a frase.
- Nada. Não fiz nada hoje!!!
Ô curiosidade de mãe!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Tamanho é documento?
Lorena sabe que eu não permito ainda nada de maquiagem, esmaltes e afins.
Sempre digo que ela vai poder usar essas coisas quando for 'grande' porque essas coisas são coisas de 'gente crescida'.
Aí, noite dessas, estávamos as duas deitadas na cama, ela levanta fica em pé, assim, de repente e diz:- Mãe, olha o meu tamanho.
- Nossa filha, ta crescendo hein?
- Mãe eu já to grande!!!
- É, você já tá mais ou menos grande. (falei assim porque já sabia que vinha coisa por aí)
- Então, se eu to grande eu já posso passar 'esmalde'!!!
Aí, claaaro, que eu comecei uma looonga explicação sobre a coisa, mas ela não quis nem ouvir e saiu pra brincar... O que é que se faz com uma criaturinha dessas?
terça-feira, 21 de junho de 2011
seria um homônimo?
- Lorena o papai vai estar lá no teatro. Te-a-tro sabe? É só faz de conta...
- Conta?! Assim 1, 2, 3, 4...?
segunda-feira, 13 de junho de 2011
chegando lá
Aqui eu escrevi que a Lorena estava aprendendo as primeiras letras, reconhecendo uma aqui outra acolá. Mas agora, depois de dois meses, ela já sabe todas. Conhece todas as letras.
Ora o alfabeto inteirinho.
Escreve algumas palavras sozinha, as mais fáceis como o próprio nome e PAI (que lógico foi o pai quem ensinou e fez a menina aprender praticamente na marra, rs).
Ela ainda não tem muita noção de espaço.
Faz uma letra beem grande, outra bem pequenininha.
Ás vezes escreve de trás pra frente.
Mas tá valendo.
E, claro, que agora o que ela mais gosta de fazer é escrever, escrever e escrever.
Pra onde for leva o caderninho e o estojo em baixo do braço.
E nem pense em usar uma camiseta com letras perto dela porque aí sim ela não dá sossego e fica repetindo as letras ad infinitum.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
E você nem me pediu se podia vir.
Se eu queria.
Se eu seria capaz.
Você decidiu vir.
E me escolheu como sua mãe.
E eu, me decidi ser sua mãe, a melhor que eu podia ser.
Mas, confesso, não esperava a melhor filha que se pode ter
E como é bom. É perfeição. Delícia.
Minha filha. Minha menina. Amor.
Tanto que mal cabe em um só coração.
Tanto, que as vezes dói.
Aperta. Sufoca.
Minha filha, sabe, eu te amo.
E assim, é bom ser.
Te ter.
Um dia você também sentirá por alguém
todo esse amor.
E eu, vou ficar só de longe.
Sufocando por não conseguir explicar tanto sentimento.
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